Despedida do Verão Maior e peças cômicas nos palcos estão na agenda cultural da semana
A agenda cultural de museus, teatros e Biblioteca Pública do Paraná, espaços culturais pertencentes ao Governo do Estado, está repleta de atividades para todos os gostos e idades, com lazer de qualidade e muito aprendizado.
Um destaque é o espetáculo “Pela Hora da Morte”, do grupo curitibano Antropofocus, que faz uma curta temporada no Teatro José Maria Santos. A montagem, que estreou em 2023, utiliza o humor para satirizar a precarização e os descuidos que podem marcar o atendimento no sistema privado de saúde.
O Guairinha recebe o fenômeno de público “Gongada Drag”, montagem que reúne drags e comediantes que se destacam nos palcos, nas redes sociais, nas plataformas de streaming e nos realities. E no miniauditório entra em seus últimos dias o espetáculo “Isis”, em que a atriz e produtora cultural Vida Santos apresenta um monólogo intimista que convida o público a uma travessia pelas memórias de uma mulher.
O Museu de Arte Contemporânea do Paraná promove a oficina “Cartas de Amor”, no MAC no MON. A atividade convida o público a escrever ou compartilhar cartas de amor ou desamor, como bilhetes, postais, poemas ou mensagens de término. O Museu Oscar Niemeyer oferece a oficina de cinema “Que história as obras contam”. Os participantes criarão pequenos filmes, inventando possíveis ficções para as obras expostas no MON. Já o ateliê da Academia Alfredo Andersen recebe Rafael Codognoto, o primeiro residente de 2026.
E depois de quatro finais de semanas com shows lotados dos principais artistas do Brasil, o Verão Maior Paraná entra na última semana para ampliar ainda mais o recorde de público. Desde 9 de janeiro com o show do Alok, 2,3 milhões de pessoas pisaram na areia da praia do litoral paranaense para assistir à programação gratuita de shows.
No último final de semana, as cidades de Matinhos e Pontal do Paraná recebem, de sexta a domingo, os artistas Hugo & Guilherme, Diego & Arnaldo, Paralamas do Sucesso, João de Souza & Bonifácio, Zezé di Camargo & Luciano, Trio Parada Dura, Padre Reginaldo Manzotti e Israel & Rodolffo.
Confira a programação cultural completa:
Verão Maior Paraná
Palco Matinhos
06 de fevereiro – Hugo & Guilherme – 22 horas
07 de fevereiro – Zezé di Camargo & Luciano – 22 horas
08 de fevereiro – Padre Reginaldo Manzotti – 10 horas
08 de fevereiro – Israel & Rodolffo – 17 horas
Palco Pontal do Paraná
06 de fevereiro – Diego & Arnaldo – 20 horas
06 de fevereiro – Os Paralamas do Sucesso – 22 horas
07 de fevereiro – João de Souza & Bonifácio – 20 horas
07 de fevereiro – Trio Parada Dura – 22 horas
Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)
“Gongada Drag” – O fenômeno de público “Gongada Drag” chega ao Teatro Guaíra no domingo, dia 8 de fevereiro, após rodar o país com sessões lotadas desde a estreia, em 2023. A apresentação acontece às 19h, no Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha). A montagem reúne drags e comediantes que se destacam nos palcos, nas redes sociais, nas plataformas de streaming e nos realities. A “gongada” que dá nome ao espetáculo faz referência ao formato roast, no qual os artistas se provocam com humor ácido, irreverência e muito deboche, em um clima de celebração e liberdade criativa. Os ingressos estão à venda pelo DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra a partir de R$ 70 (meia-entrada), de acordo com o setor e lote.
Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório)
“Ísis” – “Ísis” entra em seus últimos dias de temporada no Miniauditório do Teatro Guaíra (Auditório Glauco Flores de Sá Brito). No espetáculo, a atriz e produtora cultural Vida Santos apresenta um monólogo intimista que convida o público a uma travessia pelas memórias de uma mulher. Entre fragmentos de vivências reais e documentos afetivos, a obra aborda temas como legado familiar, resistência feminina, morte e a relação entre raízes e deslocamento. As últimas apresentações acontecem na sexta-feira (6) e no sábado (7), às 20h, e no domingo (8), às 19h. Os ingressos estão à venda pelo DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra, com valores de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).
Teatro José Maria Santos
“Pela Hora da Morte” – O espetáculo “Pela Hora da Morte”, do grupo curitibano Antropofocus, referência da comédia teatral na capital paranaense, faz uma curta temporada no Teatro José Maria Santos. A montagem, que estreou em 2023, utiliza o humor para satirizar a precarização e os descuidos que podem marcar o atendimento no sistema privado de saúde. Na trama, uma paciente tenta provar que está viva após ser declarada morta em decorrência de um erro burocrático. As apresentações acontecem até o dia 8 de fevereiro, com sessões na sexta-feira, às 20h, e no sábado e no domingo, às 19h. Os ingressos estão à venda pelo site do DiskIngressos e na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes das apresentações, com valores entre R$ 25 (meia-entrada) e R$ 50 (inteira).
“O Preso” – O Teatro José Maria Santos recebe o espetáculo “O Preso”, montagem que transforma temas como corrupção, fanatismo e falsa moral em um retrato ácido do Brasil contemporâneo. As apresentações acontecem de 11 a 15 e de 18 a 22 de fevereiro, de quarta a domingo, sempre às 20h. Escrita e dirigida por Jul Leardini, a peça propõe um espelho incômodo da sociedade brasileira ao expor as contradições entre os discursos de moral, família, religião e patriotismo e práticas recorrentes de corrupção, cobiça e violência. Os ingressos estão à venda pelo DiskIngressos e na bilheteria do Teatro José Maria Santos, que abre uma hora antes das apresentações, com valores entre R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada).
Visita guiada de janeiro | Sessão 1 – Na sexta-feira (06), tem início às 15h a visita guiada promovida pelo Setor Educativo do MON para conhecer em detalhes a arquitetura, o acervo e as exposições do Museu Oscar Niemeyer. Para participar, é preciso comprar o ingresso comum (inteira, meia-entrada ou isento), juntamente com o ingresso da visita guiada, no site. O ponto de encontro é em frente à bilheteria.
Mediação | “Veemente” – Nesta mediação, conheça o universo obsessivo do artista mexicano Gabriel de la Mora, que utiliza materiais do cotidiano em suas produções, como cascas de ovos, solas de sapato, asas de borboleta e outros vestígios da vida do dia a dia. A atividade tem início às 15h da quarta-feira (dia 11), na Sala 1. Para participar, basta comparecer ao local no horário programado.
Oficina de cinema | Que história as obras contam? – Nesta atividade, que acontece no Espaço das Oficinas às 10h da quinta-feira (12), os participantes serão convidados para explorar a narrativa cinematográfica a partir do Museu, um espaço cheio de memórias, histórias e possibilidades criativas. Inspirada pela exposição “Sonhos de Cinema: Arte para a Sétima Arte”, a atividade propõe a criação de pequenos filmes, inventando possíveis ficções para as obras expostas no MON. É necessário que os participantes tragam seus celulares com bateria e espaço para as gravações. Para participar, basta adquirir o ingresso da atividade AQUI
Em cartaz – Diversas exposições estão em cartaz: “Teia à Toa”; “Veemente”; “Pure Gold”; “Através”; “Sonhos de Cinema”; “O mundo lúdico dos Mangás e Animes”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”; “MON sem Paredes”; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Trilhos e Traços – Poty 100 anos”; “Pátio das Esculturas”; “Espaço Niemeyer”; “Afeganistão – Tapetes de Paz e Guerra” e “A Cor e o lirismo de Alberto Massuda”.
Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR)
Quarta Pública | Cartas de Amor – Coletivo Duas Marias – Nas quartas-feiras com entrada gratuita, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná realiza a Quarta Pública, com atividades abertas ao público. No dia 11 de fevereiro, às 14h, acontece a oficina “Cartas de Amor”, com a proposição do Coletivo Duas Marias. A atividade convida o público a escrever ou compartilhar cartas de amor ou desamor, como bilhetes, postais, poemas ou mensagens de término, que integrarão a obra coletiva “Obra com Cartas de Amor”.
A proposta busca resgatar a escrita afetiva e transformar essas palavras em uma instalação artística. O Coletivo Duas Marias está em exposição na mostra “Costa Oeste”, na Sede Adalice Araújo do MAC Paraná, onde as cartas também podem ser entregues.
Em cartaz – “EntreLinhas, Cores e Linguagens – 55 Anos de MAC-PR” nas salas 08 e 09 do MAC no MON. “Costa Oeste” na Sede Adalice Araujo.

Biblioteca Pública do Paraná (BPP)
Cândido nº 167 – Apocalipse Literário – A edição de janeiro e fevereiro debate a utilização da Inteligência Artificial (IA) na produção literária, fenômeno recente que tem impactado várias esferas do setor. Os repórteres do jornal, Felipe Azambuja e Isa Honório, conversaram com especialistas, escritores e editores para entender como isso está repercutindo e quais são as análises e visões de quem está diretamente no front da discussão. Para aprofundar mais o assunto, a retranca traz sugestões de livros sobre a IA, alguns inclusive de autoria dos entrevistados da reportagem.
A entrevista desta edição, assinada por João Lucas Dusi, é com o escritor Pedro Lucca, que acaba de lançar “Tijolos&Babel” pela Madame Psicose, seu livro de estreia. O multiartista Fausto Fawcett traz o texto “O Suco da Laranja Mecânica é Água Viva”, em sua coluna Crônicas Vertigens.
Na seção literatura, Caetano Negrão publica um trecho inédito de seu recém-lançado romance “Marginal” (7Letras), além de um texto de introdução do próprio autor sobre o ato da escrita. O ensaio “Manter o mundo seguro para a poesia: arquivo em Anne Waldman” é sobre a poeta estadunidense, cujo compromisso vai muito além de escrever poemas, dedicando sua vida à criação e preservação de comunidades poéticas, escrito por Luna Madsen.
Betina Juglair, escritora e artista visual brasileira residente em Porto (Portugal), publica o conto “Borbotos”, vencedor na categoria de Literatura da Mostra Nacional de Jovens Criadores, organizada pelo Gerador, em Portugal, em 2025. Na seção de Artes Visuais, o Cândido publica uma charge da ilustradora e quadrinista Babi Ribeiro inspirada no escritor Stephen King.
A arte da capa é um recorte do tríptico “As Tentações de “As Tentações de Santo Antão”, de Hieronymus Bosch (1450-1516), pintor e gravador brabantino. Seus trabalhos retratam figuras simbólicas complexas, originais e imaginativas – com intervenções de colagens realizadas pelo designer do jornal, Iuri de Sá. A proposta é demonstrar que apenas um ser humano é capaz de produzir imagens como estas, a fim de contextualizar a pauta principal desta edição.
Acesse a edição completa a partir de terça-feira, 10 de fevereiro em https://www.bpp.pr.gov.br/Candido
PROJETOS FIXOS
SEÇÃO INFANTIL
Hora do conto – Contação de história apresentada pela equipe artística da Seção Infantil.
Dias: 9 e 11 de fevereiro (segunda e quarta-feira)
Horários: 10h30 e 14h30
Duração de cerca de 30 minutos cada sessão
Local: Seção Infantil
Cine pipoca – Exibição do filme “A Princesa e o Sapo” (2009) com distribuição de pipoca.
Classificação: Livre
Dia: 11 de fevereiro (quarta-feira)
Horário: 15h
Local: Auditório
Capacidade máxima: 132 pessoas
Duração: 1h37
As crianças devem estar acompanhadas por pais ou responsáveis para participar.
Participação por ordem de chegada.
SEÇÃO BRAILLE
Cine Inclusivo – Sessões de filmes com audiodescrição e janela de libras para pessoas com deficiência visual e auditiva.
Títulos disponíveis:
“Além da Escuridão” | Classificação: 14 anos | Duração: 1h 36 minutos
“Cartas para Julieta” | Classificação: 10 anos | Duração: 1h 45 minutos
“Turma da Mônica em Cinegibi, O Filme” | Classificação: Livre | Duração: 1h 15 minutos
Dias: até 27 de fevereiro
Horário: 8h30 às 18h — segunda a sexta-feira
Local: Seção Braille
Agendamento pelo telefone: (41) 3221-4985
Em cartaz – Diversas exposições estão em cartaz: “Céu-Eclipse”; “Teoria da Flutuação”; “Objeto Sujeito”; “Nosso estado: vento e/em movimento”; “Mejtere: histórias recontadas”; “Ephemera/Perpétua”; “Lange de Morretes: entre-paisagens”; “Numismática e cultura material”.
Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA)
Residência Artística – Nesta semana o ateliê da Academia Alfredo Andersen recebe o primeiro residente de 2026, Rafael Codognoto. Até 7 de março, o artista paranaense ocupará o ateliê para criar um mapa têxtil dos entornos do museu e, a partir de objetos coletados nas ruas, produzir obras que darão novo significado aos itens selecionados. A participação do público na residência de Rafael é gratuita e sem necessidade de inscrição.
De terça a sábado, ele estará na frente do museu, às 8h50, para começar a caminhada e coleta de objetos. As pessoas que quiserem podem encontrar Rafael nesse horário e participar da caminhada, que durará uma média de 25 minutos. Após as coletas, os participantes são convidados a conhecer o museu e depois o ateliê da residência, onde podem ver mais dos trabalhos do artista.
Alfredo Andersen – Nesta exposição permanente, o público poderá conhecer e apreciar as obras e objetos que contam a história do norueguês Alfred “Alfredo” Andersen, o pai da pintura paranaense. Ao desembarcar no Paraná em 1892, Andersen começou uma jornada que consolidou seu trabalho como pintor, educador e agente cultural. Como seu legado, fundou instituições de ensino e trouxe novas técnicas para o cenário artístico paranaense. Entre retratos e paisagens, conheça a produção artística do homem que dá nome ao Museu Casa.
“Calderari: amar, além do mar” – A mostra presta homenagem a Fernando Calderari, um dos pioneiros do abstracionismo no Paraná, reunindo pinturas, gravuras e objetos que revelam sua trajetória artística que marcou profundamente a arte paranaense. O título remete à amplitude e à riqueza de sua produção, que vai muito além das conhecidas cenas marítimas. A exposição também evidencia a linhagem artística do Paraná, da qual Calderari faz parte: discípulo de Theodoro De Bona, que por sua vez foi discípulo de Alfredo Andersen. Assim, a mostra ressalta a continuidade e a força de uma tradição que une mestres e discípulos, marcando gerações de artistas no Estado.
Museu da Imagem e do Som (MIS-PR)
“Desse Lado do Muro” – A mostra que ocupa o antigo Centro de Triagem no MIS-PR apresenta uma potente seleção de imagens feitas em 18 presídios de sete países da América Latina pelos fotógrafos Erick Dau, Francisco Proner e Thiago Dezan. A proposta de “Desse Lado do Muro” é escancarar os muros da invisibilidade, provocando empatia, desconforto e reflexão sobre as condições humanas das pessoas privadas de liberdade. Ambientada entre celas e grades originais, a exposição convida o público a refletir sobre a realidade do sistema prisional latino-americano, por meio de fotografias em grande escala, vídeos captados nos presídios visitados, lambes e projeções — entre elas, um dos destaques é a exibição de imagens dentro de uma antiga solitária, tornando o espectador testemunha da aflição do detento. Cartas de presos narradas irão compor a sonoplastia.
“Sinestesia dos Objetos” – Está em cartaz no MIS-PR a exposição “Sinestesia dos Objetos”, que enaltece experiências e sentidos criados por equipamentos e tecnologias, contemplando os segmentos fotografia, televisão, cinema, rádio e disco. A proposta é estabelecer uma reflexão sobre a imagem e o som a partir desses objetos com as nossas vidas. Por meio de uma seleção de itens tridimensionais do acervo do museu, como discos, fitas cassetes, televisores e câmeras fotográficas, a exposição proporciona um diálogo histórico desses equipamentos. A mostra destaca a importância e o impacto das conexões e experiências sensoriais que esses equipamentos produzem e a contribuição simbólica das mídias no dia a dia das pessoas.
Foto Brasil – Entre o acervo do museu, uma coleção chama atenção: os registros do Foto Brasil. São diversos registros do histórico estúdio curitibano Foto Brasil, responsável por registrar os eventos das famílias da capital paranaense e por deixar gravada a identidade da cidade por meio de técnicas fotográficas criadas entre 1930 e 2001, período de sua atividade. Durante mais de sete décadas, Foto Brasil foi o estúdio fotográfico mais renomado de Curitiba, eternizando em negativos e fotocópias a infância feliz, primeira comunhão, 3×4, aniversários, festas de casamento e muito mais. E agora o público pode conferir essa parte do acervo na exposição “Foto Brasil”, em cartaz no MIS-PR.
ENDEREÇOS:
Museu do Expedicionário
R. Comendador Macedo, 655 – Alto da XV, Curitiba
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Rua Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba
(41) 3350-4468 / 3350-4448
Museu Paranaense (MUPA)
Rua Kellers, 289 – São Francisco, Curitiba
(41) 3304-3300
Museu da Imagem e do Som (MIS-PR)
Rua Barão do Rio Branco, 395 – Centro, Curitiba
(41) 3232-9113
Biblioteca Pública do Paraná (BPP)
Rua Cândido Lopes, 133 – Centro, Curitiba
(41) 3221-4951
Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA)
Rua Mateus Leme, 336 – São Francisco, Curitiba
(41) 3222-8262
Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR)
Funcionando temporariamente no Museu Oscar Niemeyer, salas 8 e 9
Rua Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba
(41) 3323-5328 / 3222-5172
Sede Adalice Araújo
Rua Ébano Pereira, 240 – Centro, Curitiba
Canal da Música – Grande Auditório
Rua Julio Perneta, 695 – Mercês, Curitiba
(41) 3331-7579
Casa Gomm
Rua Bruno Filgueira, 850 – Batel, Curitiba
Centro Cultural Teatro Guaíra
Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) – Rua Conselheiro Laurindo, 175 – Centro, Curitiba
Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha) – Rua XV de Novembro, 971 – Centro, Curitiba
Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório) – Rua Amintas de Barros, 70 – Centro, Curitiba
Teatro Zé Maria – Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba.


